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Assuntos Místicos Generalistas / Obsessores - Uma batalha de luz e trevas
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 03:25:10  »
Existe uma intensa atividade permeando o universo físico e o espiritual. Forças e energias espirituais influenciam a vida dos encarnados, muitas vezes de forma negativa, provocando comportamentos e atitudes negativas, criando uma atmosfera densa de ódio e desespero. Esses espíritos ligados aos vivos e distantes da grande Luz Divina, vivem só para isso. Estamos falando dos obsessores.

- Alex Alprim -
Obsessão: substantivo feminino. 1 - Diacronismo: antigo. 2 - Suposta apresentação repetida do demônio ao espirito. 3 - Apego exagerado a um sentimento ou a uma idéia desarrazoada. 4 - Ação de molestar com pedidos insistentes; impertinência, perseguição, vexação.

Se pudéssemos enxergar o mundo espiritual como vemos o universo físico, perceberíamos um grande número de espíritos passando por nós a todo instante: em nossas casas, no trabalho e nas mais diversas atividades, tanto interagindo como atuando junto ao mundo dos encarnados.

Na Terra, existe um sem número de forças espirituais, e nem todas com "boas intenções". Na verdade - segundo a literatura espírita obtida até os dias atuais por meio de psicografias, mensagens e contatos mediúnicos - o plano de evolução espiritual em que se encontra nosso planeta o leva a ser um local de expiação, no qual se concentra um grande número de espíritos vibrando nas baixas freqüências.

Esses espíritos vivem imersos em correntes energéticas e emocionais de ódio, raiva, egoísmo, amor não-correspondido, entre outras emoções, e estão de tal forma presos ao plano físico que muitos acreditam ainda estar em seus corpos carnais. Assim, vivem próximos das pessoas com as quais um dia conviveram, afastando-se dos planos espirituais mais elevados e atrasando sua reencarnação.

Entre esses espíritos, ainda existem aqueles que têm a consciência de que estão mortos e que não habitam mais um corpo físico; mas como ainda estão presos às vibrações mais baixas do mundo espiritual, realizam ações que visam prejudicar os vivos e atrapalhar ao máximo a vida e a evolução espiritual de suas vítimas encarnadas. Esses espíritos são os que chamamos de obsessores.

A Obsessão Nasce

Eles nascem de diversas formas. Sua sensibilidade à Luz Divina foi embrutecida pelo tempo e por sua natureza moral. Eles ficam estagnados num círculo vicioso e numa obstinação tão intensa que não é raro se esquecerem quando e por que tudo começou.

Na maioria das vezes, estão tão cansados e vivem há tanto tempo nessa condição que não sabem mais como caminhar em direção ao esclarecimento e à Luz de Deus, necessitando assim de toda ajuda que lhes possa ser fornecida.

É fácil para nós imaginarmos o surgimento de tais obsessões pelo caminho do ódio. Afinal, sabemos do que os homens são capazes quando tomados pela raiva descontrolada; mas também surgem obsessões, até mais graves, em virtude do amor. O amor gera correntes que, unidas a outros sentimentos (egoísmo, apego, carência afetiva intensa, falta de auto-estima), podem produzir obsessões.

A revolta, a dor, a raiva, podem mudar a energia do amor; basta que exista um grande apego alimentado por um forte egoísmo, gerado num coração que viva uma grande carência, e teremos um espírito que sentirá uma grande dificuldade de se separar dos entes queridos.

Como o amor e o ódio estão separados por uma barreira quase imperceptível, em algumas oportunidades, imaginamos que um espírito está com ódio, quando, na verdade, ele pode estar escondendo a dor de um amor não correspondido; ou até mesmo pode ser uma entidade que ainda quer manter o apego que tinha em vida, agindo de forma a manter a outra pessoa presa ao círculo de sentimentos que demonstrava quando o espírito estava encarnado.

De todas as formas de obsessão, a gerada pelo amor é a pior de todas, pois aquele que ama sequer pode imaginar ou aceitar que, na verdade, está atrapalhando seus entes queridos. Ele acredita estar ajudando-os, supondo que não poderiam viver sem sua presença e auxílio.

A relação entre o obsessor e suas vítimas é variada e segue por caminhos tortuosos, mas que inevitavelmente levam à degradação física e moral do obsedado, o que, por fim, pode levar à "vitória" do espírito obsessor. Entre as formas conhecidas de obsessão, vamos a seguir analisar as maneiras de ataque.

O Ataque das Trevas

Partindo do que observamos até o momento, percebemos que as obsessões são as ações que influenciam os vivos, estimulando reações e semeando a discórdia e o ódio, nascido da força exercida pelos espíritos inferiores. Eles influenciam maleficamente, como os demônios das histórias bíblicas, e assim como ocorre nessas histórias, as formas do obsessor atuar também são sutis e intangíveis, e só após muito tempo é que se tomam evidentes. Mas podemos dividi-Ias da seguinte forma:

Obsessão Simples

O espírito obsesso por meio da sua vontade, motivado pelos mais diversos sentimentos, exerce uma persistência férrea, tenaz, influenciando em todas as áreas da vida de sua vítima, provocando a ira de pessoas próximas, atrapalhando seus relacionamentos, atuando por meio de sugestões de pensamento que vão contra a forma habitual da vítima agir.

Na maior parte das vezes, com o auxílio da auto-análise e do bom-senso, a vítima afasta esses pensamentos "ruins" e retoma o controle da sua vida. E quando esse tipo de ataque é detectado, cabe ao obsedado confiar no caminho espiritual e fazer sua vida um exemplo de luz e de dedicação pessoal, pois dessa forma afasta a chance de novos ataques. Procurando praticar o bem, ele estará pautando sua vida de acordo com os ditames dos grandes mestres e livrando-se da ação do obsessor.

Fascinação

Esse tipo de obsessão é das mais difíceis de quebrar, isso porque a vítima não acredita que está sob efeito de qualquer força negativa. Na verdade, algumas vezes, ela julga que é a única que não está obsedada, enquanto todos à sua volta estariam.

Nesse caso, o espírito obsessor vai se inserindo discretamente e ganhando espaço na vida do obsedado; como uma planta daninha, vai se enraizando, plantando desconfianças e medos, manias e desejos, até o ponto em que se instala definitivamente. A pessoa estará de tal forma envolvida que quase se forma uma simbiose psíquica que, caso se concretize, tomará ainda mais complexa a situação.

Nesse caso, o bom senso e a autocrítica se esvaem e a pessoa precisa de uma intensa ajuda espiritual, do mais alto nível, para superar o assédio dessa força maligna. Às vezes, a obsessão leva a delírios nos quais o obsedado acredita ser uma pessoa com uma "missão divina", e pode até perder a razão, tornando-se um esquizofrênico, afastando-se do convívio social e, com o tempo, precisando de ajuda psiquiátrica.

Subjugação

É uma forma de obsessão na qual a vítima encarnada está sob domínio completo de uma força desencarnada. Quando esse tipo de obsessão ocorre, vemos a pessoa apática como se estivesse sonâmbula, tendo vontades que estão em desacordo com sua personalidade, e até afastando pessoas próximas que a critiquem ou que questionem suas "novas" atitudes.

O espírito obsessor não toma o lugar do espírito encarnado no corpo do obsedado. O que ocorre é uma supressão da vontade da vítima, por meio da supremacia da vontade do obsessor. Embora seja facilmente detectável, a sua cura exige uma mudança vibracional no obsedado, o que envolve uma grande disciplina moral e a aproximação aos ensinamentos e dogmas da Doutrina Espírita, de forma que leve o espírito obsessor a compreender sua falta e buscar o caminho da Luz Divina.

Auto-Obsessão

Mas ainda existem aqueles que, mesmo desencarnados, estão obsedados; e o pior, por eles mesmos. Tais espíritos acreditam serem pessoas sem valor e não se perdoam pelos" erros" que acreditam terem cometido em vida.

Eles acham que jamais poderão receber a Luz Divina e reingressar na via reencarnatória, pois estão presos a uma neurose espiritual tão intensa que os cega a tudo à sua volta. Em grande parte das vezes, infligem a si mesmos os mais diversos castigos e, mesmo quando recebem a ajuda de outros espíritos e das almas iluminadas, eles argumentam que seus crimes são imperdoáveis e anseiam por "castigos" que possam "purificá-los". Vivem acreditando que são indignos de qualquer perdão.

Mas a Luz Cura

Não existe como tratar a obsessão sem o apoio e o interesse de todas as pessoas envolvidas no caso. É necessário o envolvimento espiritual e pessoal para que tanto o obsessor quanto o obsedado se vejam livres das amarras que os prendem, de forma a alcançarem a luz e a liberdade.

Como a obsessão é um processo com profundas raízes espirituais, é preciso tomar cuidado e não agir solitariamente para debelar o problema. É sempre necessária a presença de um grupo considerável de médiuns, e o tratamento deve ser feito de preferência em um centro espírita ou outro local especializado nas práticas de curas espirituais.

A reunião para tratar tais casos tem características específicas, pois todos os esforços devem ser coordenados e deve-se agir com um grande senso de solidariedade e compaixão. Antes de começar o trabalho, é necessário definir o foco que será seguido, e todos deverão exercitar sua força de vontade de forma a que formem um só feixe de energia e de Luz Divina. O obsedado deverá ser assistido com práticas espirituais diárias, que sejam instrutivas e que lhe dêem um forte alicerce. Além disso, deverá praticar atos sadios e desenvolver novamente a sua força de vontade, quebrando as amarras e correntes que foram forjadas no universo espiritual.

A prece, mesmo que seja uma oração pessoal e singela, é de grande valor na prática da cura da obsessão. Ela deve ser acompanhada por meditações e pelo aprofundamento da vítima nos assuntos espirituais, pois isso lhe dará os recursos necessários para ir além e renascer para uma vida plena e livre das vontades obsessoras.

Deve ser dada igualmente uma especial atenção ao ambiente e ao lar do obsedado, o qual deve ser limpo das manifestações dos espíritos baixos, pois eles se manifestam com mais facilidade em ambientes sujos, malcuidados e com grande quantidade de energia negativa estagnada. Para melhorar esses ambientes é preciso livrar-se de plantas velhas e doentes, de coisas quebradas, e deixar o ar ventilar em todos os cômodos, além de sempre fazer orações e preces em todos os locais da casa onde se sinta a presença de forças obsessoras.

A família é uma grande chave para a cura da obsessão. É ela que toma possível a recuperação do obsedado, que fortalece a vítima por meio da infinita energia do amor e lhe dá a chance de recuperar o controle sobre sua vida. Recomenda-se a todos seguirem a prática espiritual da prece e a leitura de material espiritual inspira dor. Dessa forma, cria-se uma corrente fluí dica positiva em torno de todos, gerando a elevação da freqüência vibracional dos espíritos em volta das pessoas que estão imersas na situação; assim, elas recebem cada vez mais força e energia desses espíritos iluminados, gerando um círculo virtuoso e próspero de amor e luz.

O processo obsessivo possui sempre raízes profundas, e a melhora do estado obsessivo varia em cada caso. Algumas vezes, não notamos sinais de melhora, pois cremos que tudo deve ser instantâneo, como se fosse um remédio engolido às pressas para uma dor de cabeça. Depois, quando se vê que a cura demandará semanas, e não dias, abandonam-se as práticas e surge a descrença quanto à eficácia da cura, buscando outros recursos para se ver livre do obsessor. Mas, não raro, tais caminhos apenas levam a mais dor e problemas.

A perseverança é a ferramenta principal para a libertação do obsedado, e ela é necessária para seguir o tratamento e atingir os objetivos e metas da plenitude, da paz e da liberdade. A Bondade Divina atende a todos mediante o empenho de cada pessoa, que ela comunica ao universo, por meio de suas ações e dedicação, os caminhos e "atalhos" que lhe surgem à frente.

Além do que vimos anteriormente, existe uma ferramenta que é um dos recursos heróicos no combate à obsessão: é a chamada sessão de desobsessão. Essa sessão deve ser usada em casos extremos, quando tudo já foi tentado sem resultado e, pelos caminhos da humildade e da fé, mostra-se necessário ajudar alguém que sofre de tal mal.

Para tal é necessária a presença de um grupo de médiuns seguros, que exercitem a doutrina em todos os instantes de sua vida. Para o sucesso da sessão é preciso a tutela de um orientador que possua grande autoridade e uma intensa força de vontade, inabalável crença na Força Divina, a fim de se dirigir aos espíritos obsessores. Ele deve ser conhecedor do assunto, com prática e facilidade para expor a doutrina, e suas ações devem sempre ser o reflexo de suas palavras, não agindo com hipocrisia e tampouco se deixando levar pelo orgulho, pois ambas se tornam fissuras que prejudicam o trabalho espiritual da desobsessão.

Durante a sessão, ele deve agir procurando orientar, ensinar e esclarecer o obsessor quanto aos males que está praticando. Enquanto isso, todos os médiuns deverão se unir em um só coro espiritual de luz e oração.

Nessas reuniões - que devem ser feitas com um extremo cuidado e com preparo consciente por parte de todos - o obsedado não deverá estar presente, ficando em sua casa em meio a preces, leituras ou meditação, para auxiliar o trabalho. E a sessão deverá ser repetida ou retomada enquanto for necessário.

Concluída a conversão do obsessor, o ex-obsedado deve ser esclarecido quanto à necessidade de modificar os padrões de vida que o levaram àquela situação. Deve ser dito a ele tudo o que fez e que provocou tamanho caos. Não devemos poupar a pessoa, seja por sua sensibilidade ou por questões pessoais, pois assim estaríamos impedindo-a de crescer e evoluir espiritualmente.

Para evitar uma recaída, ele também deverá manter a disciplina desenvolvida durante a desobsessão, reforçando as suas defesas morais e espirituais, não deixando de tomar cuidado com suas ações e palavras, a fim de enriquecer sua vida espiritual e deixar as baixas vibrações para trás.

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Assuntos Místicos Generalistas / Famosos que foram vistos no Inferno 2017
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 03:23:12  »

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Assuntos Místicos Generalistas / Caixa Dibbuk
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 03:21:38  »
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A Caixa Dibbuk nada mais é do que uma caixa para vinho de madeira que, segundo o folclore judaico, contém um espírito sinistro capaz de assombrar e possuir os vivos. Inclusive existe um filme sobre ela, baseado em um caso famoso ocorrido no Oregon, nos EUA. Tudo começou depois que um colecionador de antiguidades comprou a caixa em um leilão, e depois de levá-la para a sua loja, uma série de coisas assustadoras começaram a acontecer.

Alguns dos eventos descritos eram sons sinistros vindos do local no qual a caixa ficava guardada, todas as lâmpadas da loja aparecendo quebradas e a presença de um cheiro terrível de urina de gato no ambiente. O colecionador, amedrontado, resolveu se desfazer da caixa, mas todas as pessoas que receberam o objeto de presente — presente de grego! — o devolviam pouco tempo depois, afirmando que havia algo demoníaco sobre ele.



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Por fim, após se vivenciar diversos acontecimentos paranormais em casa — como ver sombras sinistras e ter sempre o mesmo pesadelo terrível —, o colecionador decidiu leiloar o objeto no eBay, incluindo uma descrição detalhada sobre todos os acontecimentos relacionados com a caixa. Ela foi comprada pelo curador de um museu no Missouri, que lançou um livro (que deu origem ao filme) contando a história do objeto.

A Caixa Dibbuk havia pertencido a uma senhora judia que sobreviveu aos campos de concentração nazistas durante a guerra, e quando emigrou para os EUA, levava consigo apenas a caixa e outro par de pertences. A mulher havia expressado o desejo de ser enterrada com o objeto, mas por não se tratar de uma tradição judaica, o pedido não foi atendido. A caixa foi vendida pela neta dessa senhora, algum tempo depois de seu falecimento.
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Assuntos Místicos Generalistas / Quadro assombrado
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 03:11:52  »
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O sinistro quadro acima, criado em 1972 pelo artista Bill Stoneham, foi leiloado no eBay por um vendedor anônimo no ano 2000, ficando conhecido como uma das obras de arte mais assombradas do mundo. De acordo com o casal que comprou a peça — que consiste em um menino de pé ao lado de uma boneca medonha —, os personagens se moviam pela pintura à noite, e algumas vezes chegavam a desaparecer por completo.

Algumas pessoas diziam ver o menino do quadro perambulando pela sala na qual a pintura ficava, e todas as pessoas que estiveram em presença da obra afirmaram sentir fraqueza e mal-estar depois. Além disso, as crianças que entravam na sala e viam o quadro saiam correndo de lá, e diversos adultos descreveram sentir como se pequenas mãos os agarrassem.

O quadro foi comprado por uma galeria de arte de Michigan, e o autor ficou surpreso ao descobrir que sua obra estava envolvida em uma investigação paranormal. No entanto, Stoneham contou que as duas pessoas que originalmente puseram a pintura à mostra haviam morrido um ano depois de terem visto a obra.
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Assuntos Místicos Generalistas / Annabelle, a Boneca
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 03:11:12  »
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Em 1970, uma mulher comprou uma boneca de pano antiga e deu de presente para a filha. Entretanto, algum tempo depois, a moça começou a perceber estranhos eventos relacionados com o brinquedo, que parecia se mover sozinho e era descoberto em diferentes cômodos da casa sem que ninguém o tirasse do lugar. Além disso, a moça também passou a encontrar papéis rabiscados com letra de criança, e viu a boneca de pé sozinha em uma ocasião.

Depois de conversar com um médium, a moça foi informada de que a boneca estava possuída pelo espírito de uma menina — chamada Annabelle — que havia morrido no prédio no qual a jovem morava, e após essa descoberta os eventos paranormais se intensificaram. A moça, então, decidiu apelar pela ajuda de um famoso casal de “caça-fantasmas”, descobrindo que o brinquedo estava, na verdade, possuído por um demônio mentiroso.

O casal — Ed e Lorraine Warren — levou a boneca e a enclausurou em uma caixa de vidro, e o brinquedo se encontra atualmente exposto no Museu do Ocultismo localizado em Connecticut.
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Assuntos Místicos Generalistas / Trabalhadores da Luz ( documentário )
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 03:10:16  »
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Assuntos Místicos Generalistas / Os Misteriosos Registos Akashicos
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 03:09:43  »
O Registro Akáshico é considerado um campo de energia que influencia a vida humana desde o princípio. Este é um registro individual de cada alma e está presente desde o início da vida até o seu fim. Para alguns estudiosos do tema, o Registro Akáshico é a razão da genialidade de muitas pessoas que marcaram a história, entre elas Einstein, Tesla e Steve Jobs.

A energia deste registro fabuloso é responsável por fazer com que o homem possa experimentar a vida em plenitude, garantindo o potencial para a construção de pensamentos, emoções e ações.

O termo Akáshico tem relação com Akasha, a substância que forma a vida. Essa palavra de origem sânscrita nos remete a um plano de consciência cósmica, um tipo de arquivo presente no universo.

Essa energia seria responsável por todo o conhecimento de Einstein. Segundo o antropólogo evolucionista Dean Falk, da Universidade da Flórida, o cérebro de Albert Einstein tinha uma configuração diferenciada, com uma via de comunicação entre os hemisférios da direita e da esquerda. Talvez essa seja uma das razões das inspirações quase sobrenaturais que fizeram deste físico um dos maiores gênios de todos os tempos.

Para as pessoas influenciadas pelo Registro Akáshico, as ideias, conhecimentos e descobertas surgem naturalmente, seja num breve momento de inspiração ou, até mesmo, em um sonho. Foi isso o que aconteceu, por exemplo, com o químico Mendeleev, criador da tabela periódica. Ele teria sonhado com uma tabela fantástica de elementos e, quando acordou, colocou todas as informações no papel.

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James Watson

A mesma inspiração inexplicável chegou para James D. Watson, um dos cientistas responsáveis pela criação do modelo do DNA humano. Segundo relatos, Watson teve uma visão e, com isso, estruturou o código genético em 1953, em parceria com Francis Crick.

De acordo com o conhecimento sobre o Registro Akáshico, ele vem em forma de revelações em transes ou sonhos. Essa energia é uma verdadeira inspiração, que se materializa em algumas pessoas e, assim, faz com que elas marquem seus nomes na história.

A crença nesta inspiração existe desde os antigos gregos, romanos e chineses, além de ter estado presente na cultura de outras civilizações remotas. Para estes povos, o inconsciente humano era mais poderoso do que tudo.

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Nicola Tesla
A mesma energia que teria inspirado os gênios, também se manifestou em poetas, filósofos, médicos e outros profissionais. Neste sentido, o plano akáshico funcionaria como uma inspiração do inconsciente que se manifesta quando o homem está em estado de relaxamento, através da emissão de ondas alfas.

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Steve jobs

O Registro Akáshico também seria o responsável pelas descobertas de Tesla e pelas invenções revolucionárias de Steve Jobs, o criador da Apple. Relatos indicam, inclusive, que Jobs teria criado muitos de seus aparelhos eletrônicos como resultado de seus momentos de meditação.

Em resumo, o Akasha seria a luz astral, uma espécie de alma universal que vem sendo estudada como uma das ferramentas mais poderosas da mente, quase como uma comunicação com o divino. Estes registros energéticos seriam encontrados na zona intermediária entre os mundos astral e mental, e poderia ter relação com uma habilidade de clarividência, além de uma conexão com as vidas passadas, presente e futuras do homem.


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Assuntos Místicos Generalistas / Sexo com Espíritos , será possivel ?
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 03:09:07  »
Encontrei na net e fiquei curioso  ??? Será possível ? O que acham ?

Sempre minha mãe embutiu na minha cabeça que não é bom dormir nua. Escutava essa frase milhões de vezes durante anos e anos. E sempre que ela entrava no meu quarto e me flagrava dormindo sem roupa, me acordava aos empurrões para eu me vestir. Pensava: "Mais que paranóia chata! Tem coisa melhor que dormir pelado? Qual é o problema nisso?"

Depois de muito tempo, ela veio me relatar o porquê disso tudo. Contou-me ela que, na nossa família já aconteceu casos de sexo com espíritos. Falei: "O quê? Mas como é possível isto?" Ela então me contou o primeiro caso...

Disse que aconteceu com uma de minhas tias, sua irmã: Estava ela dormindo sem roupa, quando despertou sentindo uma coisa a alisá-la a pele. Que naquele momento ficou desesperada, mas imóvel, não conseguia ver nada, apenas sentia algo a acariciá-la. Levantou da cama aos gritos e começou a correr pela casa enrolada no lençol. Gritava, gritava desesperadamente, e o mais incrível é que por muitas vezes ao correr pela casa o espírito (ou sei lá o que) puxava o lençol, a queria nua. Disse que isso durou uns 20 minutos e que várias pessoas que estavam na casa presenciaram o fato, e que o tal espírito só se afastou depois que as pessoas que estava na casa começaram a rezar um terço (Minhas tias são muito católicas).

O segundo caso é dela própria: Disse que por muitas vezes sentia algo passar a mão em seu corpo (sem ver nada), durante muitos anos, mas que até então não havia passado disso. Mas em uma certa noite, ela já estava deitava na cama com bastante sono e começou a sentir o que de costume, mas que desta vez aquela “coisa” ultrapassara os limites. Relata que diferentemente dos outros dias, naquele momento não relutou como das outras vezes e acabou por deixar se envolver naquela situação. E que fechava os olhos e sentia um prazer indescritível.

Disse que em um certo momento esse “ser” disse a ela mentalmente que ela não podia abrir os olhos, e que nesse momento confessou que tremia de medo e curiosidade. Mesmo sem abrir os olhos, começou a dialogar com ele: "Quem é você? Por que não posso vê-lo?" Perguntou ela. Não obteve nenhuma resposta. Começou então a entrar numa agonia, pois estava gostando do que sentia, mas se sentiu incomodada pela “imposição” feita pelo seu “parceiro espiritual”.

Descreve sendo como uma coisa maravilhosa, que ele a envolvia de uma maneira incrível, tinha o corpo grande e robusto, bem definido e a pele macia. E, dizendo ela, que ao apalpar com a sua mão, verificando todas essas características queria ver com seus próprios olhos, imaginava se tratar de um ser veramente lindo. Até que num certo momento não aguentou e desrespeitou a “regra” e olhou... Sim, abriu os olhos e afirma: "Não sei como não enfartei ali naquele momento!" Descreve ela: “Tinha ele um aspecto monstruoso! Tinha o corpo muito definido, formas lindas, mas a pele, diferente do que eu sentia com as minhas mãos e com os olhos fechados, era uma pele que se assemelhava a de cobra, ou lagarto, era áspera e esverdeada, encardida... tinha os olhos vermelhos como sangue e tinha um olhar que eu sequer consigo descrever... era uma mistura de olhar apaixonado e triste, sei lá, como se tivesse se arrependido de algo... E, em mais ou menos na fração de 5 segundos ele desapareceu".

Até hoje ela conta isso com uma emoção muito grande, acho que não é nada fácil passar por uma experiência dessa. Se fosse eu, acho que tinha morrido ali mesmo. E acreditem, depois dessa conversa, fiquei mesmo com medo, não a ponto de deixar de dormir pelada, mas fico imaginando se isso é algo espiritualmente hereditário, pois sei que muito da mediunidade que eu tenho, puxei a minha mãe, mas é claro que nem me comparo ao nível mediúnico dela. Aos poucos posso relatar a vocês as coisas incríveis que ela já viveu. Costumo dizer que queria parar seis meses da minha vida só para ouvi-la e depois colocar essas experiências num livro.

Bom, e tendo passado uns anos dessas revelações, eu já nem me lembrava mais dessa estória toda, quando numa noite aconteceu algo que me fez lembrar exatamente do que aconteceu com a minha tia, no primeiro caso...

Estava eu deitada na cama, bem, semi-nua. Estava de bruços de frente ao notebook, quando sinto um sopro no ouvido. Bom, até aí tudo bem, isso não é tão incomum acontecer comigo. Comecei a sentir uma presença, era uma energia quente, podia sentir um calor ao meu lado. Fiquei com medo e liguei a luz, me cobri com o lençol e voltei a teclar no computador “fingindo” que nada estava acontecendo e torcendo para essa “coisa” seguir o seu caminho. E, como aconteceu algumas outras vezes, senti que aquela “coisa” não queria exatamente o meu corpo, mas queria incorporar-se em mim. Relutei muito. Levantei e entrei na água fria, liguei o som, a TV, e comecei a orar desesperadamente em voz alta. Depois me vesti e fui dormir na cama com meu filho (ele neutraliza muita coisas em mim, por isso às vezes o uso como escudo espiritual).

Contei a minha mãe, e ela me disse que tem que ter muito cuidado, pois os “demônios” estão a solta. Acho que essa tendência a ser super-cristã impede muito a mediunidade dela. Retruquei-a, dizendo que não se tratam exatamente de “demônios” a solta, mas na maioria das vezes são espíritos viciados (como da minha tia, viciados em sexo), que precisam do corpo de uma pessoa encarnada para sentir prazer e suprir seus vícios.

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Essa é uma pergunta muito importante, não apenas para o espiritismo. Em algum momento, certamente, você se questionará na vida: Afinal, por que uma pessoa pode ver espíritos e outras não?

Segundo Chico Xavier, pai do espiritismo, alguns nascem com a capacidade de enxergar espíritos ou perceber sua presença através de outros sentidos. Por isso, existem pessoas que, mesmo do lado de quem está vendo, não conseguem ver nada.

Leia abaixo algumas perguntas comuns sobre pessoas que conseguem ver espíritos:
•Os espíritos são vistos pelos olhos? Não necessariamente, porque é a alma que vê. Os transes mediúnicos se dão de olhos fechados e mensagens espíritas são transmitidas durante o sono ou em estado sonambúlico.
•Como o espírito pode tornar-se visível? Através de modificações no perispírito, o laço existente entre nosso corpo e nossa alma.
•Os espíritos mostram passado, presente e futuro? Sim, eles têm uma visão de fatos presentes ou distantes; têm conhecimento sobre vidas passadas e pressentimentos ou visões do futuro.

Vejo espíritos, e agora?

Se você costuma ver, sentir ou ouvir espíritos, é fundamental abrir-se sem medo para este mundo. Como em qualquer tipo de relação, insegurança e desconfiança atrapalham. Por isso, se deseja entrar em contato com o outro lado, tenha intenções claras e, se precisar, procure a orientação de um guia espiritual.

Pessoas que podem ver espíritos têm muitas experiências positivas, basta que o dom seja direcionado para fazer o bem ao próximo e para proporcionar o crescimento espiritual.

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Priorado de Sião

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O Priorado de Sião foi criado para proteger um dos maiores segredos da humanidade — a prova de que Jesus e Maria Madalena foram casados e tiveram uma filha. Segundo a “lenda”, esse fato teria gerado uma ilustre linhagem (os Merovíngios), que através dos séculos tornaram-se reis, filósofos, alquimistas, cientistas e políticos de tal importância que influenciaram e interferiram no desenrolar da história do mundo.
A atuação tanto dos descendentes diretos da sagrada família quanto dos membros da Ordem do Priorado de Sião sempre foi e continuará sendo nos bastidores da história. Uma informação como essa já seria suficiente para abalar a estrutura da sociedade como a conhecemos, pois nos confronta com uma possível realidade que faz tremer os alicerces da Igreja Católica, dos Evangélicos e das demais seitas pseudocristãs.
Muito do que tem sido escrito a respeito do Priorado é sempre apresentado de maneira fragmentada e envolto em uma bruma de mistério. Os dogmas e as doutrinas de religiões como o Judaísmo, o Islamismo e o Cristianismo, este último transmutado no que conhecemos hoje como Catolicismo, têm algo em comum: a supressão do elemento feminino como uma parte integrante e de igual valor no que se refere à importância deste elemento na formação e nos conceitos dessas religiões.
A relevância da mulher e seu papel, sem um rompante de feminismo absoluto, foi sendo suprimido pela Igreja Católica ao longo dos primeiros séculos de nossa era até nossos dias. Isso é facilmente comprovado quando analisamos a situação da mulher nessas doutrinas.
A elas foi relegado um papel secundário, sem uma atuação efetiva. Não há, por exemplo, nessas religiões, o ordenamento ao sacerdócio para mulheres, apesar de nos primórdios do Cristianismo a mulher e o sagrado feminino, conceito oriundo do Paganismo e posteriormente do Gnosticismo, tivessem uma atuação e um papel algumas vezes principal ou de igual valor ao masculino.
Isso se aplica ao que aconteceu à Maria Madalena e, também de forma genérica, à Virgem Maria (Mãe de Jesus).

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