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Mitos Urbanos, Lendas & Superstições / Coruja será o sinal da Morte?
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 03:44:19  »
Por ser uma ave de rapina noturna, que possui garras e enxerga na escuridão, a coruja pode simbolizar a lua, o misticismo, o bom augúrio; todavia, simbologias atribuídas a este animal variam bastante de cultura para cultura, sendo que muitas delas associam essa ave ao simbolismo espiritual. Para os aborígenes australianos a coruja representa a alma das mulheres.

Por outro lado, muitas crenças associam a coruja com a morte, o desastre, o azar, que por meio de grito ruidoso e olhar penetrante, elas avisam que algo de ruim acontecerá. Não obstante, nalgumas culturas antigas a coruja representava o governante da noite, guardião do submundo e protetor dos mortos.
 Assim, para os astecas, povo pré colombiano que vivia na Península de Yucatán, a coruja simbolizava o "Deus dos Infernos". Sem espanto, algumas culturas creem que as corujas são animais que vêm à terra para comerem as almas dos moribundos. Na Europa, durante a época medieval corujas eram consideradas bruxas disfarçadas. Ainda hoje, a coruja é a divindade da morte e guardiã dos cemitérios.

Na Mitologia Grega, o símbolo de Atena, a deusa da sabedoria e da justiça, era uma coruja uma vez que ela possuía um mascote que, segundo a lenda, lhe revelava os segredos da noite mediante seu poder de clarividência, inspirados pela lua. Atenas corresponde a deusa Romana Minerva, deusa das artes e da sabedoria, que também era representada por uma coruja. Assim, devido à sua capacidade de ver à noite, a coruja foi invocada pelos gregos e também por nativos americanos como um oráculo do conhecimento oculto com poder de clarividência. Em outras palavras, quando os homens dormem, as corujas com seus olhos luminosos, arregalados e, sobretudo, sua visão de longo alcance, inspirada pelo luar, desvendam mistérios pois "enxergam o todo".

Além disso, na mitologia Grega, a coruja representa a figura de Ascáfalo (quando é metamorfoseado), filho de Aqueronte e da Ninfa Orfne e Guarda de Plutão, o Deus dos Mortos. Importante ressaltar que do grego, o termo "coruja" (Gláuks) significa "brilhante, cintilante", enquanto no latim (Noctua) representa a "Ave da noite".

Uma das divindades hindus chamada "Lakshmi", a deusa da prosperidade e da sabedoria, também é representada por uma coruja, nesse caso, branca.
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Enigmas e Mistérios / Os mistérios das "Sextas-Feiras 13"
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 03:42:37  »
"Sextas-Feiras 13. Essa é uma data que dá arrepios em muitas pessoas, gerando medo e até pânico em alguns casos, devido ao receio de que algo ruim acontece nessa misteriosa data.
Mas qual a origem das crenças referentes às Sextas-Feiras 13? Seriam as lendas ditas sobre essa data apenas invenções baseadas em lendas antigas, ou existe algo de real que possa acontecer nesses assustadores dais? "


O que existe realmente por trás das assombrosas datas "Sextas-Feiras 13"?
Seriam as crenças existentes apenas imaginação popular, ou haveria realmente algo místico e real nessas datas, fazendo acontecer em alguns casos tragédias, acidentes e fatos malígnos?
Seria apenas coincidência?

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A Sextas-Feiras no dia 13 de qualquer mês é considerada popularmente como um dia de azar, também porque o número 13 é considerado de má sorte.
Na numerologia o número 12 é considerado de algo completo, como por exemplo: 12 meses no ano, 12 tribos de Israel, 12 apóstolos de Jesus ou 12 constelações do Zodíaco.
Já o 13 é considerado um número irregular, sinal de infortúnio.
A Sextas-Feiras foi o dia em que Jesus foi crucificado e também é considerado um dia de azar.
Somando o dia da semana de azar (sexta) com o número de azar (13) tem-se, segundo as crinças e superstições, o mais azarado dos dias.

A superstição foi relatada em diversas culturas remontadas muito antes de Cristo.
Existem histórias remontadas também pela mitologia nórdica.
Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados.
Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado, sendo o 13º membro, e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses.
Há também quem acredite que convidar 13 pessoas para um jantar é uma desgraça, simplesmente porque os conjuntos de mesa são constituídos, regra geral, por 12 copos, 12 talheres e 12 pratos.
Segundo outra versão, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem a frigadag, Sextas-Feiras).
Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa.

Como vingança, ela passou a se reunir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio, sendo que os 13 ficavam rogando pragas aos humanos.
Da Escandinava a superstição espalhou-se pela Europa.
Com relação à Sextas-Feiras, diversas culturas a consideram como dia de mau agouro: Alguns pesquisadores relatam que o grande dilúvio aconteceu na Sextas-Feiras.
A morte de Cristo aconteceu em uma Sextas-Feiras conhecida como "Sextas-Feiras da Paixão".
Marinheiros ingleses não gostam de zarpar seus navios à Sextas-Feiras.
No cristianismo é relatado um evento de má sorte em "13 de Outubro de 1307", Sextas-Feiras, quando a Ordem dos Templários foi declarada ilegal pelo rei Filipe IV de França.

Os seus membros foram presos simultaneamente em todo o país e alguns torturados e, mais tarde, executados por heresia.
Outra possibilidade para esta crença está no fato de que Jesus Cristo provavelmente foi morto numa Sextas-Feiras 13, uma vez que a Páscoa judaica é celebrada no dia 14 do mês de Nissan, no calendário hebraico.
Recorda-se ainda que na Santa Ceia sentaram-se à mesa treze pessoas, sendo que duas delas, Jesus e Judas Iscariotes, morreram em seguida, por mortes trágicas, Jesus por crucificação e Judas provavelmente por suicídio.
Note-se também que, no Tarô, a carta de número 13 representa a Morte.
Alguns incidentes ocorridos nessa data: Mu, terra de nossos ancestrais, foi destruído em uma Sextas-Feiras 13, e esta seria a origem do medo deste dia, segundo o pseudo-historiador James Churchward.

Curiosidade:

Triscaidecafobia é um medo irracional e incomum do número 13.
O medo específico da Sextas-Feiras 13 (fobia) é chamado de parascavedecatriafobia ou frigatriscaidecafobia.

 A seguir estão descritos alguns acontecimentos verídicos que ocorreram em "Sextas-Feiras 13" (apenas coincidência?):

- O pior incêndio de florestas na história da Austrália ocorreu em uma Sextas-Feiras 13 de 1939, onde aproximadamente 20 mil quilômetros de terra foram queimados e 71 pessoas morreram.

- A queda do avião que levava a equipe uruguaia de rúgbi nos Andes foi em uma Sextas-Feiras 13 de 1972.
Os acontecimentos neste acidente deram origem ao livro "Sobreviventes: a Tragédia dos Andes", de Piers Paul Read, e ao filme Sobreviventes dos Andes de 1976.

- Marinheiros tem um receio especial com relação às Sextas-Feiras 13, evitando sair para o mar e mesmo embarcar em seus navios com medo de desgraças e tragédias que possam acontecer.
No século XVIII, a Marinha Britânica comissionou um navio chamado "H.M.S. Friday" (Sextas-Feiras em inglês) com a intenção de suprimir a superstição.
A marinha selecionou a tripulação em uma Sextas-Feiras, lançou o navio em uma Sextas-Feiras e até escolheu um homem chamado James Friday (Sextas-Feiras) para ser o capitão do navio.
E assim, em uma manhã de Sextas-Feiras, dia 13, o navio partiu em sua primeira viagem - e desapareceu para sempre, nunca mais sendo encontrado.

[13 de Outubro de 1307]:

Dirigentes do rei Filipe IV da França invadiram as casas dos Cavaleiros Templários, que eram monges guerreiros durante as Cruzadas, aprisionando milhares de homens sob a acusação de atividades ilegais. Nenhuma dessas acusações foi provada, mas centenas deles sofreram tortura excruciante sob a intenção de forçar confissões, e mais de cem morreram.

[13 de Agosto de 1521]:

O conquistador Hernán Cortés capturou Cuauhtémoc, o governante de Tenochtitlán, e alegou que a cidade agora era da Espanha, marcando o fim do Império Asteca. Cortés se nomeou o novo governante e rebatizou a cidade de Cidade do México.

[13 de Setembro de 1940]:

Cinco bombas alemãs atingiram o Palácio de Buckingham e destruíram a Capela do Palácio, como parte de uma campanha de bombardeio de Hitler.

[13 de Junho de 1952]:

O avião militar sueco DC-3, carregando uma tripulação de oito pessoas, desapareceu nas águas internacionais do Mar Báltico.
O caso ficou conhecido como “Caso Catalina” porque um dos dois aviões de emergência Catalina enviados para procurar o DC-3 foi atacado por forças soviéticas. Em 1991, a força aérea soviética admitiu ter derrubado o DC-3.

Em Portugal, muitas cidades e vilas celebram a Sextas-Feiras 13.
A maior festa acontece no castelo de Montalegre, em Trás-os-Montes.
Em Montalegre, todas as sextas-feiras 13 há uma grande festa, onde não faltam as bruxas, os bruxos, feitiços, teatro e a famosa queimada.
Na vila de Vinhais, na aldeia de Cidões, também se festeja a Sextas-Feiras 13, onde as pessoas reúnem-se à volta de uma grande fogueira, havendo também um banquete com produtos locais.
Em Cavalinhos, Leiria, as mulheres juntam-se num encontro onde os homens não podem participar.
A noite é das mulheres, que aproveitam para passarem uma noite com muita adrenalina à mistura.
Noutras cidades portuguesas, como Braga, Loulé ou Porto, a Sextas-Feiras 13 é celebrada com muita animação e com muitas bruxas.

O terror das "Sextas-Feiras 13" é algo tão impactante no mundo todo, que foram produzidos os filmes "Sextas-Feiras 13" e suas sequências:

Os Gatos pretos são gatos domésticos com pelagem de cor escura, muito associado à crenças e superstições.
Na Idade Média, acreditava-se que os gatos pretos eram bruxas transformadas em animais, por isso existe a tradição que diz que cruzar com um gato preto é sinal de azar porém, em outras culturas os gatos dessa cor são reverenciados, e significam sorte.
Na Pérsia antiga havia a crença de que quando se maltratava um gato preto, era a mesma coisa que maltratar um espírito amigo, criado especialmente para fazer companhia ao homem durante sua passagem na Terra.

Mas foi mesmo na Idade Média que surgiu a superstição de que os gatos de cor preta davam azar, muito devido aos seus hábitos noturnos, e também pela cor negra, que geralmente é associado às trevas, magia negra e ao diabo.
No século XV, o papa Inocêncio VIII chegou a incluir os gatos pretos na lista de seres hereges perseguidos pela Inquisição, por serem acusados de estarem associados a maus espíritos e por isso, muitos acabavam sendo queimados juntamente com as pessoas acusadas de bruxaria.
É muito comum ouvir histórias de sorte e azar associadas aos gatos pretos, e são um dos símbolos da sexta feira 13.
Os gatos pretos também foram muito referenciados na cultura popular, além de serem citado em textos e filmes de suspense e terror, e um dos contos mais populares é “O Gato Preto” de Edgar Allan Poe, onde ele responsabiliza o felino por uma série de acontecimentos sobrenaturais.

Observa-se que ocorrem muitos maus tratos à Gatos Pretos, principalmente em Sextas-Feiras 13, devido à ignorância de pessoas que associam esses inocentes animais à magia negra.
É sempre importante lembrar que maus tratos à animais é crime, passível de punição perante a lei, além de demonstrar a falta de caráter de quem pratica esse tipo de delito, pois os animais também tem sentimentos, sentem dor e sofrem, assim como os seres humanos.
Por isso sempre deve-se tratar todos os animais, inclusive os gatos pretos com respeito, carinho e bons tratos.

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Se uma maneira ou outras, sempre é conveniente tomar cuidados especiais em "Sextas-Feiras 13", pois nunca se sabe o que poderá acontecer!
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O enfeitiçamento pode efetivar-se pela força do pensamento, das palavras ou objetos imantados, que produzem danos a outras criaturas. O enfeitiçamento verbal resulta de palavras de crítica antifraterna, maledicência, calúnia, intriga e maldições. Seu autor é responsável perante a Lei do Carma e fica sujeito ao “choque de retorno” de sua bruxaria verbal, segundo a extensão do prejuízo que venha a resultar das palavras ou gestos desfavoráveis ao próximo.

Quando a criatura fala mal de alguém, essa vibração mental atrai e ativa igual cota dessa energia das demais pessoas que a escutam, aumentando seu feitiço verbal com nova carga malévola. Assim, cresce a responsabilidade do maledicente pelo caráter ofensivo de suas palavras, à medida que elas vão sendo divulgadas e apreciadas por outras mentes, atingindo então a vítima com um impacto mais vigoroso do que o de sua força original.

Evidentemente, a pessoa que fala mal de outrem só por leviandade, há de ser menos culpada espiritualmente de quem o faz por inveja, ódio ou vingança. No primeiro caso, as palavras não possuem a força molesta própria de uma deliberação malévola consciente. Porém, quem se concentra na ação deliberada de prejudicar alguém, elabora seu próprio infortúnio.

Quando o ser humano pensa, projeta em todas as direções energias benfeitoras ou malévolas, criadoras ou destrutivas, segundo a natureza de seus pensamentos e sentimentos. A palavra é, portanto, a manifestação sonora do sentimento ou pensamento gerado no plano oculto do ser. É tão sutil e influente a palavra, que certas pessoas, devido a um sentido oculto, chegam a pressentir quando alguém fala mal delas e ficam alertas contra algum perigo iminente.

Também existe profunda diferença entre o ato de maldizer e abençoar. Quando abençoamos, mobilizamos energia na forma de um combustível superior, para expressar a idéia e o sentimento sublimes de nosso espírito naquele momento. Durante o ato de abençoar, o homem revela na sua configuração humana a magnitude, mansuetude e o recolhimento do espírito preocupado em invocar forças superiores e benfeitoras em favor de alguém.

O brilho dos olhos, o gesto das mãos, a expressão do rosto e a quietude do corpo formam um conjunto de aspecto atraente, a combinar-se mansamente com o fluido amoroso que sempre acompanha a palavra benfeitora. Há indizível encanto e respeito no gesto da mãe que abençoa o filho, quando ela mobiliza sua força materna e invoca a condição divina de médium da vida, a fim de rogar ao Criador a proteção amorosa para seu filho. A bênção adoça a alma de quem a recebe e beneficia a quem a dá.

A expressão “Deus te abençoe” é vigoroso mantra que dinamiza na criatura a esperança e o júbilo espiritual. Com o magnetismo energético e hipnótico das palavras, podemos despertar energias e promover transformações miraculosas.

Por outro lado, o praguejador crispa as mãos e os olhos fuzilam despedindo faíscas de ódio; dilatam-se as narinas sob o arfar violento do amor-próprio ferido, ou entorce-se o canto dos lábios sobre os dentes cerrados. A fisionomia fica congesta e retesada, delineando o fácies animal na sua fúria destruidora. A maldição consciente é força tão diabólica, que arrasa a vítima indefesa e massacra seu próprio autor imprudente.

No entanto, a praga ou maldição proferida pela pessoa temperamental e sem controle emotivo, é impulso mais inofensivo do que a carga enfeitiçante e destruidora que se forja lenta e calculadamente no quimismo do laboratório consciente mental. E o povo então considera inofensiva a praga que sai “da boca para fora”, mas arrepia-se quando ela parte do coração.


Fonte: do livro MAGIA DE REDENÇÃO
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Assuntos Místicos Generalistas / Relatos de bruxas – Alimentando se de sangue inocente
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 03:40:27  »
Talvez nas cidades grandes não se falem mais tanto em bruxas quando em cidades do interior, por aqui, as lendas que contam sobre estas bizarras criaturas são de apavorar o sangue até mesmo daqueles que não acreditam no sobrenatural.

Dizem que durante a noite, próximo a grandes florestas, as bruxas se transformam em bolas de fogo ou em animais como grandes aves negras. É a noite que elas procuram sair para comer, pois para manter seus poderes maléficos e vida prolongada devem se alimentar especialmente do sangue de bebês não batizados.

Sobre o ataque destas criaturas as crianças é que existem mais relatos bizarros!

Contam que uma senhora costumava passar as noites fazendo tricô em frente a varanda de sua casa enquanto seu bebê dormia tranquilamente em seu quarto.

Em uma noite ela estava concentrada em seu passatempo quando ouviu seu bebê chorar, resolveu esperar um pouco para ir ver o que estava ocorrendo, pois não queria que seu filho aprendesse que era só chorar que isto iria lhe chamar a atenção. Enquanto esperava viu que um de seus vizinhos apareceu correndo gritando:

- Maria! Maria! Há uma ave negra enorme em seu telhado!

Neste mesmo instante ouviu seu bebê chorar com mais força e então ela correu até o seu quarto. No rosto da criança havia algo negro e comprido, que ligava as bochechas da criança e ia até a janela. Sem hesitação a senhora pegou uma tesoura que havia por perto e cortou o filamento.

Neste mesmo instante o sangue começou a fluir e um grito aterrorizante veio pelo lado de fora. Assustada a mulher pegou seu filho no colo , que estava todo coberto de sangue. Logo todos souberam que o filamento era a língua da bruxa transformada que se alimentava do sangue inocente da criança.

Depois deste dia a mulher batizou o seu filho, nunca mais o deixou sozinho e até hoje sente seu sangue gelar quando vê alguma ave negra durante a noite.

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Assuntos Místicos Generalistas / Não há Vida depois da Morte
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 03:39:30  »
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Cientistas explicam porque é impossível existir vida para lá da morte

Embora seja um assunto há muito discutido, um grupo de cientistas vem agora pôr termo à discussão e provar porque é que é impossível existir vida depois da morte.

O grupo de investigadores esclarece que as leis da física impossibilitam essa hipótese, uma vez que para existir vida depois da morte seria necessário que a nossa consciência se separasse do nosso corpo físico, algo que não acontece.

A consciência, explica, consiste numa série de átomos e eletrões que compõem a nossa mente. As leis do universo não permitem que estes continuem a operar depois do corpo morrer.

"Alegações de que uma parte da nossa consciência persiste após a morte encontra pela frente um grande e insuperável obstáculo: as  leis da física subjacentes ao quotidiano", afirma o professor Carroll do Instituto Tecnológico da California, citado pelo Metro.

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Assuntos Místicos Generalistas / Natal - O Três Reis Magos
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 03:38:50  »
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Os Três Reis Magos

Reis MagosOs três Reis Magos surgem como sábios vindos do Oriente com o propósito de venerarem o Menino Jesus, o novo Rei dos Judeus que tinha nascido.

O caminho até Belém onde se encontrava o Menino, é-lhes indicado por uma estrela, a Estrela de Belém e devido à grande distância percorrida pelos Reis Magos até lá, diz-se que a visita destes se fez no dia 6 de Janeiro.

É no Evangelho de S. Mateus que encontramos a única referência à existência dos Reis Magos. Foi no séc. V que Orígenes, erudito da igreja antiga e Leão Magno, sacerdote e mais tarde Papa e Santo, lhes conferem o título de Reis Magos. E só no séc. VII é que lhe foram atribuídos nomes: Gaspar ("aquele que vai inspeccionar), Baltazar ("Deus manifesta o Rei") e Belchior/Melchior/Melquior ("meu Rei é luz"). No séc. XV é associada uma raça a cada um dos Reis Magos, de modo a representar toda a raça humana que se conhecia na época.

Por tradição diz-se que são três devido aos três presentes oferecidos: Ouro, Incenso e Mirra. Crê-se que não seriam propriamente Reis mas talvez Sacerdotes, Conselheiros ou até Astrónomos.

Na antiguidade, era costume oferecer-se ouro a um Rei, incenso a um Sacerdote e mirra a um Profeta. Por isso Belchior, de raça branca, ofereceu ouro reconhecendo-Lhe realeza; Gaspar, representando a raça amarela, ofereceu-Lhe incenso atribuindo-lhe divindade e, finalmente Baltazar, de raça negra, ofereceu mirra que representava a imortalidade.

É na idade média que começa a devoção aos Reis Magos e, no séc. VI as suas relíquias são levadas de Istambul para Milão. Sendo já considerados Santos em 1164, foram levados para a catedral de Colónia, na Alemanha.

Actualmente, os Reis Magos fazem parte das tradições de Natal, nomeadamente pelas suas figuras, que são colocadas junto ao presépio. Celebram o nascimento de Jesus, através da sua visita e da oferta de presentes, criando-se a tradição de trocar prendas nesta época festiva. Daí que, em países como a Espanha, se proceda à troca de prendas só no dia 6 de Janeiro.

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Assuntos Místicos Generalistas / Arco Íris Duplo
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 03:38:14  »
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A maioria das pessoas concorda que os arcos-íris são alguns dos mais belos presentes  que nos deu a natureza. Coloridos, mágicos e impossíveis de serem "capturados", eles nos remetem a antigas lendas e histórias entre deuses e humanos, mágicas criaturas e maravilhas naturais. Um arco-íris duplo é ainda mais fascinante, e quase todas as culturas acreditam que eles têm um significado positivo.
 
Embora um arco-íris possa, tecnicamente, ser encontrado dentro de uma garrafa com água ou numa simples poça d'água, são as grandes dimensões dos arcos-íris duplos no céu que nos tiram o fôlego e fazem pessoas de todas as culturas, gêneros e crenças dar uma pausa para apreciar a beleza.
 
Uma das coisas mais frustrantes e mágicas acerca dos arco-íris, é que eles, na verdade, não têm fim, e que as suas chances de encontrar aquele mítico pote de ouro são iguais às de encontrar um duende. Se você ficar parado onde "pensa" ser o final do arco-íris, você o veria de outro lugar. Esta é uma das maiores ilusões de óptica da natureza. Tudo depende do ângulo do sol e onde está concentrada a umidade no ar.

Ver um arco-íris é uma daquelas experiências que ultrapassam todos os limites entre as pessoas. Não importa a sua cultura, um arco-íris, sem mencionar um duplo, é um prazer a ser apreciado. Este foi fotografado sobre o lago Vaimela Alajarv, na Estônia. Dizem que todos os arcos-íris são duplos, mas somente quando seu efeito é muito forte é que os olhos humanos podem perceber o segundo e mais pálido arco-íris.
 
De acordo com a Wikipedédia, "um segundo arco-íris acontece devido a uma dupla reflexão da luz do sol nas gotas de chuva, e aparece em um ângulo de 50°–53°. Devido à reflexão extra, as cores do arco são invertidas quando comparadas com o arco-íris principal, com o azul no lado externo e o vermelho no interno. A região entre o arco-íris primário e secundário é denominada banda de Alexandre, em homenagem a Alexandre de Afrodisias, o primeiro a descrevê-lo."


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Assuntos Místicos Generalistas / Natal - A Árvore
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 03:37:40  »
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A Árvore de Natal

Árvores de NatalO uso de uma árvore como símbolo remonta desde o segundo milénio antes de cristo. Os Indo-europeus consideravam as árvores expressão de fertilidade, prestando-lhe culto. Por outro lado, a civilização Egípcia atribuía à tamareira o significado vida, representando os vários estágios da vida humana (árvore da vida). Esta era enfeitada com doces e frutas. Também os Gregos usavam as árvores como “intermediários” entre o céu e a terra, fazendo através delas, reverência aos deuses. Os Romanos costumavam enfeitar pinheiros com máscaras de Baco, o deus do vinho, para venerar o deus Saturno, que era o deus da agricultura, da justiça e da força. A festa era chamada de “Saturnália” e coincidia com o nosso Natal. Já na China, o pinheiro significa longevidade, enquanto no Japão simboliza imortalidade.

A primeira referência à árvore de Natal aparece no séc. XVI, na Alemanha (Straßburg), que é hoje território francês (Strasbourg), e conhecemos por Estrasburgo. As famílias de lá costumavam enfeitar os pinheiros, na época de Natal, com luzes, flores de papel colorido, doces e frutas. Esse costume foi-se espalhando primeiro por França (séc. XIX), Inglaterra (séc. XIX), Estados Unidos e, no séc. XX, tornou-se tradição em Espanha e na maior parte dos países da América Latina.

Também se conta que a origem da árvore de natal foi quando o sacerdote Martinho Lutero, também no séc. XVI, adornou uma árvore com luzes no dia de Natal, de modo a simbolizar o nascimento de Jesus, luz do mundo.

No início, a Igreja Cristã negou-se a adoptar esta tradição pagã. O pinheiro de Natal só passou a fazer parte das decorações natalícias nos lares cristãos há cerca de 100 anos. Quando os missionários adoptaram o costume da árvore de Natal, escolheram o abeto, de forma triangular, para representar a Santíssima trindade, de modo a apagar a simbologia pagã associada.

Segundo a tradição alemã, ao decorar árvore de Natal, deveremos incluir doze adornos, de modo a garantir a felicidade desse lar, que passamos a nomear:

- Uma casa, que significa protecção;

- Um coelho, que significa esperança;

- Uma chávena, que significa hospitalidade;

- Um pássaro, que significa alegria;

- Uma rosa, que significa afecto;

- Um cesto de frutas, que significa generosidade;

- Um peixe, que significa a bênção de Cristo;

- Uma pinha, que significa abundância;

- Um pai Natal, que significa generosidade;

- Um cesto de flores, que significa bons desejos;

- Um coração, que significa amor;

- Luz, que significa a vida (Cristo).

Hoje em dia encontramos a árvore de Natal em quase todas as casas, quer se trate de famílias cristãs ou não, como elemento decorativo da época de Natal.

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Assuntos Místicos Generalistas / Natal - A Coroa
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 03:37:15  »
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A Coroa de Natal

O Advento (Adventus: chegada e Advenire: chegar a) traduz-se no primeiro tempo do ano litúrgico que antecede o Natal (corresponde às quatro semanas antes do Natal). Os cristãos consideram-no um tempo de preparação e de alegria que antecede o nascimento de Jesus. É um tempo para promover o arrependimento, a harmonia e a paz, e celebrar a vinda de Jesus Cristo à terra.

Entre os vários símbolos do Advento, encontramos a coroa de Natal ou grinalda do Advento.

O uso de coroas como decoração é um costume antigo. Os romanos usavam ramos verdes que enrolavam nas suas coroas. Também exibiam coroas de ramos verdes nas suas portas como sinal de saúde para todos os que lá habitavam.

A coroa de Natal caracteriza-se por ser feita de galhos verdes entrelaçados, de cipreste ou abeto, que representam a vida. Os seus galhos verdes, mesmo no inverno, significa que os cristãos devem manter a fé e a esperança, apesar de todas as contrariedades.

A coroa de Natal forma um círculo que representa a união existente entre Deus e os Homens, símbolo contínuo e eterno de amor a Deus e ao próximo e Dele pelos Homens.

Tradicionalmente, é decorada com quatro velas que representam as quatro semanas do Advento. As velas são acesas, uma a uma, a cada domingo, até estarem todas acesas. As velas indicam a proximidade do nascimento de Jesus, o Salvador, que trará luz ao mundo. Representam também a fé, a celebração e a alegria pelo Seu nascimento. A primeira vela a ser acesa representa o perdão que Deus concedeu a Adão e Eva; a segunda vela representa a fé de Abraão, a quem se anunciou a terra prometida; a terceira vela recorda a alegria do rei David quando Deus prometeu eterna aliança; a quarta e última vela lembra os ensinamentos dos profetas, que anunciaram a vinda do Salvador. Normalmente, as cores das velas acompanham as cores das vestes litúrgicas do sacerdote nesta época (cor roxa para as velas que correspondem ao primeiro, segundo e quarto domingo, e a cor rosa para a vela do terceiro domingo).

A colocação da fita e do laço vermelho, envolvendo a grinalda, simbolizam o amor de Deus por todos nós, renascido pela vinda de Jesus.

As bolas, frutas ou pinhas que se podem colocar na coroa representam o fruto do Espírito Santo que sai dos corações de cada cristão.

A colocação da coroa de Natal numa casa representa a presença de Jesus nesse lar. É costume ser posta na porta de entrada, mas pode também pode ser colocada dentro de casa.

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Assuntos Místicos Generalistas / Natal - Presépio
« Última mensagem por Ricardo em Março 12, 2018, 03:36:46  »
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A palavra Presépio deriva do latim praesepium, que quer dizer curral, estábulo ou lugar de recolha de gado.

Conta a tradição católica que o presépio teve origem surgiu no séc. XIII, em Úmbria (região da Itália central). Foi S. Francisco de Assis que, com a permissão do Papa, criou um presépio com figuras humanas e animais, recreando o local de nascimento de Jesus, que serviu de pano de fundo para a missa de Natal desse ano. Esta representação teve tanto sucesso, que se tornou numa referência Cristã, representativa do Natal, em quase todo o mundo.

Em Portugal, o presépio tem tradições muito antigas (por volta do séc. XVII). É colocado no início do Advento sem a figura do menino Jesus, que será posta na noite de Natal, após a missa do galo. O presépio é desmontado no dia seguinte ao Dia de Reis.

Na tradição Portuguesa, as figuras que se colocam no presépio, além da Sagrada família (S. José, Maria e o Menino Jesus), dos pastores e alguns animais, e dos três Reis Magos, também encontramos figuras como o moleiro e o seu moinho, lavadeiras, membros de um rancho folclórico e outros personagens típicos da cultura portuguesa. Tradicionalmente feito de barro, podemos encontrar ainda peças de diversos materiais, desde tecido ou madeira até porcelana fina.

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